Paróquia Nossa Senhora das Dores - Nova Odessa, SP

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Data

25/11/2020

19ª Semana do Tempo Comum – Terça-feira

Maximiliano Maria (Polônia, 1894-1941), franciscano conventual, foi grande missionário e ardoroso devoto da mãe de Jesus. Prisioneiro num campo de concentração nazista, ali se ofereceu para morrer no lugar de um pai de família. João Paulo 2º proclamou-o “patrono do difícil século 20”. Celebrando sua memória, rezemos por todas as famílias, nesta semana que lhes é dedicada.

Primeira Leitura: Ezequiel 2,8-3,4

Leitura da profecia de Ezequiel – Assim fala o Senhor: 8“Quanto a ti, Filho do homem, escuta o que eu te digo: não sejas rebelde como esse bando de rebeldes. Abre a boca e come o que eu te vou dar”. 9Eu olhei e vi uma mão estendida para mim e, na mão, um livro enrolado. Desenrolou-o diante de mim; estava escrito na frente e no verso e nele havia cantos fúnebres, lamentações e ais. 3,1Ele me disse: “Filho do homem, come o que tens diante de ti! Come este rolo e vai falar aos filhos de Israel”. 2Eu abri a boca, e ele fez-me comer o rolo. 3Depois, disse-me: “Filho do homem, alimenta teu ventre e sacia as entranhas com este rolo que eu te dou”. Eu o comi, e era doce como mel em minha boca. 4Ele disse-me então: “Filho do homem, vai! Dirige-te à casa de Israel e fala-lhes com as minhas palavras”. – Palavra do Senhor.

Salmo Responsorial: 118(119)

Como é doce ao paladar vossa Palavra, ó Senhor!

Seguindo vossa lei, me rejubilo / muito mais do que em todas as riquezas. – R.
Minha alegria é a vossa aliança, / meus conselheiros são os vossos mandamentos. – R.
A lei de vossa boca, para mim, / vale mais do que milhões em ouro e prata. – R.
Como é doce ao paladar vossa palavra, / muito mais doce do que o mel na minha boca! – R.
Vossa palavra é minha herança para sempre, / porque ela é que me alegra o coração! – R.
Abro a boca e aspiro largamente, / pois estou ávido de vossos mandamentos. – R.

Evangelho: Mateus 18,1-5.10.12-14

Proclamação do evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus – Naquele tempo, 1os discípulos aproximaram-se de Jesus e perguntaram: “Quem é o maior no reino dos céus?” 2Jesus chamou uma criança, colocou-a no meio deles 3e disse: “Em verdade vos digo, se não vos converterdes e não vos tornardes como crianças, não entrareis no reino dos céus. 4Quem se faz pequeno como esta criança, esse é o maior no reino dos céus. 5E quem recebe em meu nome uma criança como esta é a mim que recebe. 10Não desprezeis nenhum desses pequeninos, pois eu vos digo que os seus anjos nos céus veem sem cessar a face do meu Pai que está nos céus. 12Que vos parece? Se um homem tem cem ovelhas e uma delas se perde, não deixa ele as noventa e nove nas montanhas para procurar aquela que se perdeu? 13Em verdade vos digo, se ele a encontrar, ficará mais feliz com ela do que com as noventa e nove que não se perderam. 14Do mesmo modo, o Pai que está nos céus não deseja que se perca nenhum desses pequeninos”. – Palavra da salvação.

Reflexão:

Aos sensíveis ouvidos de Jesus, deve ter soado agressiva a pergunta dos discípulos: “Quem é o maior no Reino dos Céus?” Falar sobre maior supõe a existência de menor. Quase todos os povos sabiam ou tinham experimentado como funcionava um império: acima de todos, o grande chefe; os demais, seus súditos. No Reino de Jesus, essas categorias caem por terra. O pequeno, o simples, o insignificante, o marginalizado, estes são os que contam para Deus, desde que se abram para fazer a vontade do Pai celeste. Do mesmo modo, Deus tem olhar de predileção e total cuidado com a “ovelha perdida”, o pecador que está longe do rebanho de Cristo. Valorizar os pequenos é honrar a Deus. Recuperar o irmão que se desvia do bom caminho é agir como o pastor que busca a ovelha perdida.

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