Paróquia Nossa Senhora das Dores - Nova Odessa, SP

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Santo do dia

abril/2021

  • Santo Hugo de Grenoble

    O santo de hoje nasceu em Castelo Novo, na França, no ano de 1053. Fez toda uma caminhada de formação, tornou-se sacerdote e depois foi levado ao Papa Gregório VII para ser ordenado bispo.

    Ele disse o seu “sim”. Assumiu o bispado em Grenoble e se deparou com uma realidade do Clero, leigos e famílias, que precisavam de uma renovação no Espírito Santo.

    Na oração, na penitência, no sacrifício, nas vigílias, junto com outros irmãos, ele foi sendo esse sinal de formação e muitas pessoas foram abraçando e retomando o Evangelho.

    Passado algum tempo, Hugo retirou-se para um mosteiro beneditino, mas por obediência a um pedido do Papa, retornou à diocese.

    Homem zeloso pela comunhão da Igreja, participou do Concílio em Viena e combateu toda mentalidade que buscava um “cisma” na Igreja, e com outros bispos semeou a paz, fruto da Verdade.

    De tantos sacrifícios que fez, oferecendo pela Igreja e pela salvação das almas, ficou muitas vezes doente, mas não desistia. Diante de sua debilidade física, o Papa Inocêncio II o dispensou. Passado um tempo, com quase 80 anos, veio a falecer.

    Santo Hugo de Grenoble, rogai por nós!

  • São Francisco de Paula

    Nasceu na cidade de Paula, na Calábria, em 1416. Recebeu este nome devido a devoção de seus pais a São Francisco de Assis. Em sinal de gratidão a uma cura recebida por intercessão do santo, viveu um tempo num convento franciscano.

    Amor a Deus e ao próximo marcaram sua história, e seu lema pessoal era a caridade. Depois de sair do convento, foi em peregrinação com seus pais para Roma, e ali descobriu seu chamado à vida eremítica. Ficou na Itália, em uma região distante, dedicando-se à vida de oração e penitência. Um homem da caridade, em comunhão com as dores da humanidade e da Igreja.

    Muitos descobriram sua santidade e iam até ele pedir conselhos. Alguns desses descobriam sua vocação e permaneciam. Com isso, Francisco de Paula fundou uma ordem eremítica (Ordem dos Mínimos), que tinha como lema a caridade.

    São Francisco de Paula, rogai por nós

  • São Ricardo

    Com alegria contemplamos a vida de santidade do nosso irmão da fé São Ricardo, que hoje brilha no Céu como intercessor de todos os irmãos que peregrinam na Igreja terrestre.

    Nascido em 1197, era pobre, teve dificuldade de estudar e perdeu muito cedo seus pais. No seu tempo, Ricardo começou a ver a ignorância e superstição; ambição dos nobres; luxo do clero; regalismo do trono e decadência da vida monástica. Diante de sua realidade, não se entregou a murmurações e desânimos, mas como professor e reitor da Universidade de Oxford decidiu-se pela santidade, a fim de ser instrumento de renovação da Igreja na Inglaterra.

    Unido aos frades franciscanos e dominicanos, Ricardo fez de tudo, – como leigo, sacerdote e bispo ordenado pelo Papa – para reverter a resistência do rei que não queria a sua ordenação e, de toda situação triste que acabava atingindo duramente o povo.

    São Ricardo, até entrar na Casa do Pai com 56 anos, por dois anos coordenou sua diocese clandestinamente, visitando pobres, doentes e fazendo de tudo para evangelizar e ajudar na santificação dos mosteiros, clero e nobres ingleses, isto principalmente depois que o rei se dobrou sob ameaça de excomunhão do Papa.

    São Ricardo, rogai por nós!

  • Santo Isidoro

    O santo de hoje é resultado de uma família de santos, gente que buscou a vontade de Deus em tudo.

    Nasceu na Espanha, no ano de 560, perdeu os pais muito cedo e ficou aos cuidados dos irmãos, que, recebendo dos pais uma ótima formação cristã, puderam introduzir o pequeno Isidoro a este relacionamento com Deus.

    Ele se deparou com muitos limites, por exemplo, nos estudos. E fugia desse compromisso.

    No entanto, com a graça divina e o esforço humano, ele transcendeu e retomou os estudos, tornando-se um dos homens mais cultos, versados e reconhecido pela Igreja como doutor.

    Santo Isidoro foi um homem humilde, de oração e penitência, que buscava a salvação das almas, a edificação das pessoas.

    Com o falecimento de um irmão seu, foi eleito bispo em Sevilha, consumindo-se de amor a Cristo, no povo.

    No dia 4 de abril de 636, sentindo que a morte estava se aproximando, dividiu seus bens com os pobres, publicamente pediu perdão por seus pecados, recebeu pela última vez a Eucaristia e, orando aos pés do altar, ali morreu.

    Santo Isidoro, rogai por nós!

  • São Vicente Ferrer

    Nascido na Espanha, em 1350, viveu tempos difíceis, pois, por influência política, havia um cisma na Igreja do Ocidente: por Cardeais foi declarada inválida a eleição de Urbano VI como Papa, e foi escolhido Roberto de Genebra, que tomou o nome de Clemente VII. As coroas ibéricas procuraram manter-se neutras entre os dois Papas, mas o de Avinhão esforçou-se por conquistar a obediência delas e mandou como seu legado o Cardeal Pedro de Luna. Este procurou o apoio de Vicente, que lho deu em boa fé e escreveu um tratado sobre o cisma.

    São Vicente acompanhou o mesmo legado nalgumas viagens por esses reinos, regressando depois ao ensino e à pregação em Valência. Pouco depois, volta Pedro de Luna a Avinhão e sucede a Clemente VII como Papa, tomando o nome de Bento XIII. E é reclamada a presença de Vicente em Avinhão, onde passa uns anos.

    São Vicente Ferrer foi um santo religioso dominicano, grande pregador e fiel ao carisma. Ele pregava sobre a segunda vinda de Jesus, o Juízo Final, mas de uma maneira que provocava uma conversão nas pessoas. Sua pregação, Deus a confirmava com sinais, milagres e conversões.

    Um homem de penitência, da verdade, da esperança, que semeava a unidade e essa expectativa do Senhor que voltará.

    Vicente pôde contribuir para a eleição do Papa e pôde deixar bem claro, pela sua vida, que a Palavra de Deus precisa ser anunciada com o espírito e com uma vida a serviço da verdade e da Igreja.

    São Vicente Ferrer, rogai por nós!

  • São Marcelino

    Ocupou um cargo eminente no Império Romano entre os séculos IV e V, tanto que o imperador Honório o enviou para a África, em Cartago, devido a uma confusão com os donatistas, que ensinavam que a eficácia dos sacramentos dependia da santidade dos ministros.

    Marcelino aconselhou-se com seu amigo, Santo Agostinho, que era bispo de Hipona. E, juntos, buscaram o bem comum e a paz para aquela cidade.

    O santo de hoje foi mártir. Os donatistas vendo nele um entrave para os interesses pessoais, mandaram assassiná-lo. Pai de família, São Marcelino é exemplo para quem quer doar-se pela verdade e pela justiça.

    São Marcelino, rogai por nós!

  • São João Batista de La Salle

    Nasceu na França, em Reims, no ano de 1651, dentro de uma família abastada. Perdeu muito cedo seus pais, e foi ele, com este amor alimentado na oração, na vivência dos mandamentos, na vida sacramental, que educou os seus irmãos. E o carisma da educação foi brotando naquele coração chamado à vida religiosa e sacerdotal.

    Estudou em Paris, e deu passos concretos de encontro às necessidades no campo da educação: cuidar e educar de maneira virtuosa os homens. Sendo assim, foi uma resposta de Deus para a Igreja.

    La Salle teve uma santidade reconhecida pela sociedade. Doze ‘irmãos’ se uniram a ele nesse projeto de Deus. Esse sacerdote, centrado na Eucaristia, teve suas escolas populares espalhadas pela França, Europa, e hoje pelo mundo.

    São João Batista de La Salle, fundador dos “irmãos das escolas cristãs”, nos prova que quando se tem uma inspiração, e como Igreja, ela fará bem à sociedade, vale a pena nos doarmos, mesmo que a incompreensão nos visite.

    Faleceu no dia 7 de abril de 1719, em Rouen, na França, e é intercessor dos mestres e educadores, para que sejamos na sociedade um sinal de esperança.

    São João Batista de La Salle, rogai por nós!

  • Santo Alberto

    Nasceu na Itália no ano de 1150. Tornou-se religioso na Ordem Agostiniana, depois padre e superior de uma Comunidade. De ‘sim’ em ‘sim’, foi caminhando na vontade do Senhor, que o queria servindo a Igreja de Cristo e ao povo de Deus no Episcopado. Foi enviado como missionário para a Terra Santa, em Jerusalém.

    Homem de oração, de vida sacramental e mariano. Apaixonado por Deus, por sua Igreja, pela verdade e pelo mistério pascal.

    Entre os cristãos e não-cristãos, haviam aqueles que perseguiam a ele, até que, no dia da Exaltação da Santa Cruz, ele estava com todo o Clero, e foi apunhalado por um fanático anticristão.

    Morreu perdoando e unindo o seu sangue ao Sangue de Cristo.

    Santo Alberto, rogai por nós!

  • São Leopoldo Mandic

    O santo de hoje foi um herói dos confessionários. Nasceu na Dalmácia (ex-Iugoslávia), no ano de 1866, dentro de uma família croata que o formou bem para a vida com Deus e para o amor aos irmãos.

    Foi discernindo sua vocação. E, aos 16 anos, tomou uma decisão: queria servir a Deus promovendo a reconciliação, a reunificação dos cristãos ortodoxos na Igreja Católica. Então, o Espírito Santo o encaminhou para entrar na vida franciscana.

    Leopoldo tinha a saúde muito fragilizada e, ao mesmo tempo, aquele desejo de ir para o Oriente e promover a comunhão dos cristãos.

    Ingressou na Ordem Franciscana, em 1884; em 1890, já era sacerdote. Seu pedido aos seus superiores era insistente, pedia que o enviasse para a missão de unificação. Porém, dentro do discernimento e de sua debilidade física, ele tinha de obedecer e ir de convento em convento, até que, em 1909, chegou em Pádua, na Itália, no Convento de Santa Cruz.

    Esse frade descobriu em cada alma o seu ‘Oriente’. E, por obediência e amor, atendia nos confessionários por horas, sempre em espírito de oração e de abertura aos carismas do Espírito Santo.

    Com 76 anos partiu para o Céu. Hoje, intercede por nós.

    São Leopoldo Mandic, rogai por nós!

  • Santa Madalena de Canossa

    A santa de hoje é fundadora das ‘Filhas da Caridade’, congregação que iniciou em Veneza, Itália. Nasceu em Verona, no ano de 1774, e faleceu com 61 anos. Mas viveu o céu já aqui, na Terra, acolhendo a salvação e sendo canal dela para muitos. Perdeu seus pais muito cedo.

    Teve seu chamado à vocação religiosa, numa consagração total, mas não foi aceita na primeira tentativa, porém, não parou no primeiro obstáculo. Uma mulher mística. Pela sua vida de oração e seu amor a Jesus Crucificado, galgou degraus para uma mística profunda, sendo muito sensível à dor dos irmãos.

    Viveu num tempo difícil, de guerras, precisando refugiar-se em Veneza. Ali, ela discerniu o carisma como fundadora; e, na prática, por causa dos órfãos, enfermos e vítimas da guerra – sua caridade era ardente e reconhecida por muitos. Napoleão Bonaparte conhecia seu testemunho e a chamava de ‘anjo da caridade’. Entrou na glória de Deus porque deixou a glória de Deus a transformar aqui.

    Santa Madalena de Canossa, rogai por nós!

  • Santo Estanislau

    Celebramos a vida de Santo Estanislau, que nasceu no ano 1030, pouco tempo depois do Cristianismo ter entrado na Polônia. Santo Estanislau foi sacerdote na Igreja de Cracóvia.

    O lugar geográfico da Polônia era causa de muitos transtornos internos e externos, porém, nada se comparava ao rei da Polônia – Boleslau II -, que era guerreiro, cruel, devasso e opressor. Por escolha do Espírito Santo, Estanislau tornou-se bispo daquela região; e, como tal, teve de se tornar um “João Batista”, já que o rei dava um grande vexame no campo moral.

    Estanislau é amado por toda a Polônia como um santo que profundamente amou os pobres, evangelizou e morreu mártir. Em 1079, o rei Boleslau, num ato de loucura, atingiu com um punhal Estanislau, durante a Santa Missa, lugar onde o santo uniu seu sacrifício ao Sacrifício de Cristo.

    Santo Estanislau, rogai por nós!

  • São Vitor

    Nasceu na aldeia de Passos, perto de Braga (Portugal), onde viveu toda sua juventude para Deus. Era catecúmeno e preparava-se para receber a graça do Batismo.

    Jovem muito dado, encontrou um grupo de pagãos que prestava culto a um ídolo. Eles o chamaram para adorar esse ídolo, mas ele se recusou. Então, Vitor foi levado diante do governador e questionado.

    Por não renunciar a sua fé, ele foi preso numa árvore e flagelado e, em seguida, decapitado. São Vitor foi fiel a Cristo em todos os momentos, entregando-se a Jesus desde a sua juventude.

    São Vitor, rogai por nós!

  • Santo Hermenegildo

    Santo Hermenegildo era filho de um rei cristão ariano, ou seja, que acreditava em Jesus Cristo como verdadeiro homem, mas não como verdadeiro Deus.

    Por graça de Deus, por meio de sua esposa, Hermenegildo pôde tornar-se um autêntico cristão. Seu pai, chamado Leovigildo, que era impiedoso, conquistador de nações e exterminador de inimigos, não o acolheu porque o santo não aceitava o Arianismo. Então, ameaçou-o e combateu-o em guerra. Desprezando o perdão ao seu filho, o rei mandou prendê-lo e o entregou aos algozes.

    O pai mandou decepar a cabeça de Hermenegildo. Entretanto, o crime acabou por enchê-lo de profundo arrependimento, revendo suas posições. Anos mais tarde, ele converteu-se também e alcançou a Igreja da Espanha, encontrando a paz.

    Em 1586, o Papa Sisto V declarou a festa de São Hermenegildo para o dia do seu martírio e o indicou como padroeiro da Espanha.

    Santo Hermenegildo, rogai por nós!

  • Santa Ludovina

    Contemplamos a vida de uma santa holandesa, nascida no ano de 1380, dentro de uma família materialmente pobre, mas riquíssima na espiritualidade.

    Ludovina era muito vivaz e cheia de brincadeiras, como qualquer criança, mas trazia em si o chamado a uma consagração total ao Senhor. Antes dos 15 anos de idade, ela recebeu muitas propostas de casamento, mas, por amor a Jesus, recusou a todas para ser fiel a Deus, porque sua vocação era a uma vida consagrada.

    Ela descobriu o dom da virgindade, decidindo-se pelo celibato muito cedo.

    Após sofrer um acidente no gelo, com apenas 15 anos, ficou praticamente paralisada. Uma cruz que, com a ajuda da família e de seu diretor, se uniu à cruz gloriosa de nosso Senhor. Ela deixou-se instruir pela ciência da cruz.

    Incompreendida por muitos, foi acusada de mentirosa e de ser castigada por Deus. Ludovina deu a mesma resposta que Jesus deu no alto da cruz: a do amor e do perdão. Passou 7 anos sem comer nem beber nada. Recebia, como alimento, Jesus Eucarístico. Em 1433 recebeu o prêmio da eternidade.

    Que, na cruz de cada dia, nos unamos cada vez mais à cruz gloriosa de nosso Senhor.

    Santa Ludovina, rogai por nós!

  • São Crescente

    Nasceu em Mira, na Ásia Menor. Crescente chorou muitas vezes quando percebeu pessoas se entregando a religiões politeístas, de muitas divindades, longe d’Aquele que é o único Senhor e Salvador: Jesus Cristo.

    Seu esforço era o de levar a sua experiência por meio de uma oração de intercessão constante pela conversão de todos.

    Certa vez, numa festa pagã aos deuses, ele se fez presente e, movido pelo Espírito Santo, começou a evangelizar. Inimigos da fé cristã o levaram a um juiz, o qual propôs que ele “apenas” expressasse, exteriormente, o culto às divindades pagãs com o objetivo de preservar sua vida.

    Crescente desprezou a proposta e foi martirizado por não negar Jesus Cristo.

    São Crescente, rogai por nós!

  • São Benedito José Labre

    O santo de hoje enriqueceu a Igreja com sua pobreza. Nasceu na França em 1748. Despertado muito cedo pela graça divina a uma entrega total, Benedito quis ser monge. Bateu em vários mosteiros, mas devido a sua frágil saúde, não foi aceito.

    Os ‘nãos’ recebidos o fizeram descobrir um modo específico de viver a vocação à santidade. Tornou-se, então, um peregrino, um mendigo de Deus. Foi muito humilhado, mas foi peregrinando pelos santuários da Europa, oferecendo tudo pela conversão dos pecadores.

    Benedito viveu da Divina Providência. Com 35 anos, consumido pela vida de oração e meditação, entrou na glória de Deus.

    São Benedito José Labre, rogai por nós!

  • Santo Aniceto

    No século II, seu Papado durou 11 anos.

    Deparou-se com a heresia do Gnosticismo, o racionalismo cristão e uma supervalorização do conhecimento, bastavam-se isso para obter a salvação. Com isso, os méritos de Cristo, os sacramentos e a graça do Senhor ficavam de lado.

    Contou muito com a ajuda do filósofo cristão São Justino e do bispo Policarpo. Auxiliado por esses doutores e com a graça de Deus combateram esse racionalismo.

    A fé e a razão são duas asas que nos levam para a salvação, Jesus Cristo. Ele que é o Caminho, a Verdade e a Vida. E a vida do santo de hoje demonstrou que aí está a fonte da felicidade.

    Santo Aniceto, rogai por nós!

  • Santo Apolônio

    Santo do século II, era uma figura pública, um senador. Pôde assistir e deixar-se tocar pelo testemunho de inúmeros mártires no tempo de Nero.

    Ele percebia naqueles cristãos, que viviam dentro de um contexto pagão, o único e verdadeiro Deus presente naqueles martírios por amor a Cristo.

    Já adulto, com a ajuda do Papa Eleutério, ele quis ser cristão e foi muito bem formado até chegar à graça do Batismo. Apolônio, como muitos, ao se deparar com a lei de Nero, teve de se dizer, pois também foi denunciado.

    Ele não renunciou a Jesus, mesmo ocupando uma alta posição na sociedade. Seu amor a Deus foi concreto. Santo Apolônio é exemplo para que sejamos testemunhas do amor de Deus, onde quer que estejamos, na profissão que exerçamos e com a idade que tenhamos.

    Santo Apolônio, rogai por nós!

  • Santa Ema

    Por parte de mãe, não existia testemunho nem incentivo à santidade. O chamado que havia em seu coração era ao matrimônio. Casou-se com o conde Ludgero e teve um filho, cujo chamado era para a vocação sacerdotal.

    Iluminado pelo testemunho da mãe, tornou-se sacerdote e depois bispo. Ao ficar viúva, essa santa discerniu e decidiu consagrar sua viuvez ao Senhor, numa vida de oração expressa na caridade. Muitos conventos e abadias foram construídos graças à sua generosidade. Ela vivia no meio da sociedade, administrando seus bens para o benefício do próximo.

    Santa Ema, que passou os últimos momentos de sua vida numa abadia, após 40 anos de dedicação a Deus, faleceu em 1045. Depois de muito tempo, abriram seu túmulo, e encontraram o seu corpo todo em pó, exceto a sua mão direita, que estava intacta, pois era com essa mão que ela praticava a caridade ao próximo. Um sinal de que a santidade passa pela caridade.

    Santa Ema, rogai por nós!

  • Santa Inês de Montepulciano

    A santa de hoje nasceu no centro da Itália, em Montepulciano, no ano de 1274. Sua família tinha muitas posses, mas possuía também o essencial para uma vida familiar feliz: o amor a Jesus Cristo.

    Muito jovem, sentiu o chamado a consagrar-se totalmente ao Senhor, ingressando na família Dominicana. Uma mulher de penitência, oração, recolhimento e busca da vontade de Deus, que a fez galgar altos degraus na vida mística.

    Próximo do lugar em que ela vivia, havia uma casa de prostituição, e Inês se compadecia dessas mulheres, e ofereceu penitências e orações por elas. Aquele lugar de pecado virou lugar de oração, e muitas daquelas se converteram, e algumas até entraram para a vida religiosa. Um grande milagre de Santa Inês ainda em vida.

    Morreu com 43 anos de idade, e seu último conselho às suas irmãs foi: “Minhas filhas, amai-vos umas às outras, porque a caridade é o sinal dos filhos de Deus!”.

    Santa Inês de Montepulciano, rogai por nós!

  • Santo Anselmo

    Bispo e Doutor da Igreja. É dele a frase: “Não quero compreender para crer, mas crer para compreender, pois bem sei que sem a fé eu não compreenderia nada de nada.” O santo de hoje é chamado de teólogo-filósofo.

    Nasceu em Piamonte no ano de 1033. Seu pai era Conde e, devido ao mau relacionamento com ele, saiu de casa, apenas com um burrinho e um servo.

    Foi em busca da ciência, mas também se entregando aos prazeres. Era cristão, mas não de vivência. Devido aos estudos, ‘bateu’ no Mosteiro de Bec e conheceu Lanfranc, um religioso e mestre beneditino. Por meio dessa amizade edificante, descobriu um tesouro maior: Jesus Cristo.

    Nesse processo de conversão, abriu-se ao chamado à vida religiosa e entrou para a família beneditina. Seu mestre amigo foi escolhido para ser bispo em Cantuária e Anselmo ocupou o lugar do Mestre, chegando a ser também Superior. Um homem sábio, humilde, um formador para as autoridades, um pai. Um verdadeiro Abade.

    Por obediência à Mãe Igreja, foi substituir seu amigo, que havia falecido, no Arcebispado de Cantuária. Viveu grandes desafios lá, retornando a Piamonte, onde faleceu, com esta fama de santidade e testemunho de fidelidade e amor a Cristo e à verdade.

    Santo Anselmo, rogai por nós!

  • Santa Maria Egipcíaca

    Nasceu no Egito no século V. Com apenas 12 anos, tomou a decisão de sair de casa em busca dos prazeres da vida. Providencialmente, conheceu um grupo de cristãos peregrinos que ia para o Santo Sepulcro, e os acompanhou, apenas movida pelo interesse no passeio.

    Por três vezes, quis entrar na Igreja, mas não conseguiu. E uma voz interior lhe fez perceber o quanto ela era escrava do pecado. Ela recorreu a Virgem Maria, representada numa imagem que ali estava, e, em oração, comprometeu-se a um caminho de conversão. Ingressou na Igreja e saiu de seu sepulcro.

    Com a graça do Senhor, ela pôde se arrepender e se propor um caminho de purificação.

    Ela foi levada ao deserto de Judá, onde ficou por quarenta anos, e nas tentações recorria sempre a Virgem Maria. Perto de seu falecimento, padre Zózimo foi passar seus últimos dias também nesse deserto e a conheceu, levou-lhe a comunhão e ela faleceu numa sexta-feira. O padre, ao encontrar seu corpo, enterrou-a como a santa havia pedido em um recado.

    Santa Maria Egipcíaca, rogai por nós!

     

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